21 de mar. de 2012

Brasil: Adiada votação de regras para eleger representantes do Parlasul

Brasil: Adiada votação de regras para eleger representantes do Parlasul

O adiamento foi pedido por deputados que discordam da antecipação de pontos da reforma política, como listas preordenadas e financiamento público

O Plenário da Câmara dos Deputados do Brasil adiou nesta terça-feira, por duas sessões, a votação do projeto que estabelece as regras para a eleição de representantes do Parlamento do Mercosul (Parlasul), em outubro de 2014. A análise da proposta – PL 5279/09, do deputado Carlos Zarattini (PT-SP) – foi adiada após acordo entre os partidos.

De acordo com o substitutivo da Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional, de autoria do deputado Dr. Rosinha (PT-PR), as eleições para o Parlasul vão antecipar pontos da reforma política, como a votação em listas preordenadas e o financiamento público de campanha. O adiamento da votação ocorreu a pedido do PR e de deputados de outros partidos que discordam dessa antecipação.

Lista preordenada

Pelo substitutivo de Dr. Rosinha, as eleições para o Parlasul deverão ocorrer junto com o pleito de outubro de 2014. Serão 74 parlamentares eleitos por meio do sistema proporcional, com utilização de listas preordenadas de candidatos por partido.

A definição das regras para a ordem de apresentação dos candidatos caberá ao estatuto da legenda ou, se este for omisso, ao diretório nacional. Entretanto, o projeto já estabelece algumas regras. Os dez primeiros lugares deverão ser ocupados por candidatos com domicílio eleitoral em regiões diferentes do País (Norte, Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul), igualmente.

Financiamento público

No caso do financiamento público de campanha, o texto da Comissão de Relações Exteriores estabelece que cada partido terá direito a 5% da verba recebida por meio do Fundo Partidário em 2014. Os partidos e os candidatos não poderão receber, direta ou indiretamente, recursos em dinheiro ou estimáveis em dinheiro além dos previstos no projeto. A penalidade para a infringência dessa proibição será a cassação do registro da lista de candidatos ou dos diplomas de todos os candidatos eleitos.

O deputado Ronaldo Caiado (DEM-GO), que foi um dos relatores da reforma política, chegou a comemorar as inovações, e disse que a eleição do Parlasul serviria para desmistificar essas medidas. “Tentamos alterar o sistema eleitoral, mas nunca conseguimos fazer uma mudança substantiva. E isso iria mostrar a muitos que é possível mudar as regras”, argumentou.

Mas o deputado Geraldo Thadeu (PSD-MG), que foi o primeiro a pedir o adiamento, explicou que essa semente da reforma política não poderia passar de forma tão rápida, e deveria ser mais discutida.

Questões comuns

O líder do PT e Parlamentar do MERCOSUL, deputado Jilmar Tatto (SP) ressaltou a importância do Parlasul, por dar voz às questões comuns entre os países. “Há muitos conflitos em que um país pode ajudar o outro e o Parlasul pode ser o lugar para expressar esses problemas e resolver as diferenças”, disse.

Já o deputado Amauri Teixeira (PT-BA) defendeu o cumprimento da Constituição brasileira, que propõe a integração entre os povos. “Para que o Brasil firme sua posição de liderança, precisamos nos igualar ao Paraguai, que já fez eleições diretas e escolheu seus representantes,” disse.

Fonte: Parlamento do MERCOSUL.

19 de mar. de 2012

Banco do Sul e contribuição para o Instituto Social MERCOSUL têm aprovação da Representação Brasileira

Banco do Sul e contribuição para o Instituto Social MERCOSUL têm aprovação da Representação Brasileira

Fonte: Representação Brasileira no Parlamento do MERCOSUL

Em reunião presidida pelo senador Roberto Requião, os membros da Representação Brasileira no Parlamento do MERCOSUL (Parlasul) aprovaram, nesta terça-feira (13), convênio para o Banco do Sul e os percentuais orçamentários para as contribuições ao Instituto Social MERCOSUL (ISM). Os parlamentares também foram informados da primeira reunião de 2012, em Montevidéu, marcada para o dia 13 de abril.

A Representação Brasileira aprovou o parecer de autoria do deputado Dr. Rosinha, favorável à Mensagem nº 45 de 2012 que trata do convênio que constitui o Banco do Sul, uma entidade financeira de direito público internacional, personalidade jurídica própria, autossustentável, com sede em Caracas (Venezuela), uma subsede em Buenos Aires (Argentina) e outra em La Paz (Bolívia).

O parlamentar Dr. Rosinha menciona a importância da entidade no processo de integração regional, como o banco de desenvolvimento da Unasul.

"Para o Brasil, a Unasul representa a consolidação formal de seu protagonismo na América do Sul, diretriz-chave de sua política externa", defende o relator.

Argentina, Bolívia, Equador, Paraguai, Uruguai e Venezuela, e também o Brasil, assinaram o Convênio Constitutivo do Banco do Sul em 26 de setembro de 2009. Outros países ainda poderão aderir à nova instituição. Até o momento, o convênio foi ratificado pela Venezuela, Bolívia, Equador, Uruguai e Argentina. Neste caso, o Brasil e o Paraguai ainda dependem da aprovação de seus respectivos Poderes Legislativos.
A matéria será transformada em Projeto de Decreto Legislativo (PDC) e segue para tramitar na Câmara dos Deputados pelas comissões de Constituição Justiça e Cidadania (CCJC), Relações Exteriores e Finanças e Tributação. Após sujeita ao plenário da Câmara, segue para tramitação no Senado federal.


Instituto Social MERCOSUL

Em favor da consolidação do Instituto Social do MERCOSUL (ISM), os parlamentares aprovaram a Mensagem nº 51 de 2012, de autoria do Poder Executivo, para regulamentar as contribuições para o orçamento do instituto. O texto propõe o percentual das contribuições anuais para o orçamento do ISM.

O senador Roberto Requião, presidente da Representação Brasileira, ressalta a importância do tema em discussão e lembra que o Brasil está em débito com o ISM. "É oportuna à aprovação da matéria porque nós devemos para o ISM três anos de contribuição".

Pela divisão, o Brasil contribuirá com 39%, Argentina e Paraguai com 24% cada e o Uruguai contribui com 13%.

O deputado Jilmar Tatto é o autor do parecer, pela aprovação da matéria. Atendendo ao pedido do autor, o presidente Roberto Requião nomeou adhoc para relator o deputado Paulo Pimenta.

"A decisão representa a consolidação orçamentária de uma importante instância do MERCOSUL", reforça o deputado Pimenta.

Criado pela Decisão CMC nº 3 de 2007, o Instituto Social do MERCOSUL tem como objetivos gerais a contribuição em aspectos que visam consolidar a dimensão social como fundamento no desenvolvimento do bloco econômico, redução de desigualdades entre os países, colaborar para a elaboração de políticas regionais, além de sistematizar e atualizar indicadores sociais regionais e promover mecanismos de cooperação.


Montevidéu

O senador Roberto Requião também informou a data para a reunião na sede do Parlamento do MERCOSUL (Parlasul), que será realizada em 13 de abril, em Montevidéu. Esta será a primeira sessão do ano no Parlasul, quando deverão tomar posse os integrantes da Representação Argentina ,eleitos e nomeados pelo Congresso Nacional daquele país no final de 2011. Também será realizada a eleição da nova Mesa do Parlasul.
Dos temas pautados, o Parlasul votará as modificações do Regimento Interno acordadas no final do ano passado entre os membros, também será submetido para aprovação o calendário das sessões do Parlasul para 2012.

http://www2.camara.gov.br/portal/Camara/atividade-legislativa/comissoes/comissoes-mistas/cpcms/noticias/banco-do-sul-e-contribuicao-para-o-instituto-social-mercosul-tem-aprovacao-da-representacao-brasileira

Projeto de Tribunal Penal do Mercosul

PROJETO DO TRIBUNAL PENAL INTERNACIONAL SERÁ ENTREGUE DIA 19 DE MARÇO
Ações do documento
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A OAB SP concluiu o anteprojeto em que propõe a criação do Tribunal Penal do Mercosul. A proposta será encaminhada ao embaixador Regis Arslanian, junto à ALADI-MERCOSUL, em Montevidéu, no próximo dia 19 de março , pelos conselheiros seccionais Roberto Delmanto Júnior e George Niaradi.

O Tribunal Penal do Mercosul, de acordo com a proposta, terá a competência para processar, julgar e executar pessoas físicas acusadas e condenadas por praticar crimes transnacionais envolvendo os Estados Partes do Mercosul. Entre os delitos estão os tráficos transnacionais de pessoas, drogas, armas e munições; tortura e extorsão mediante sequestros internacionais; lavagem transnacional de dinheiro e corrupção em licitações internacionais.

“Mais uma vez a OAB SP mostra seu pioneirismo e ousadia ao formular a proposta de criação do Tribunal Penal do Mercosul, que tende a ser um similar regional do Tribunal Penal Internacional, que tem tido uma resposta efetiva contra a impunidade, ao levar a julgamento os acusados de cometerem crimes contra a humanidade”, ressalta o presidente da OAB SP, Luiz Flávio Borges D’Urso.

Segundo o jurista e conselheiro seccional Roberto Delmanto Junior "já há o precedente do Tribunal Penal Internacional, o qual não supre as especificidades da criminalidade transnacional do Mercosul", explica.

Delmanto Junior ressalta, também, a crescente transnacionalidade de crimes como o tráfico de drogas, armas e pessoas e a receptação de veículos e cargas roubadas e furtadas, e afirma que os Estados do bloco já subscreveram o RMI/ACORDO nº 03/04, que trata da Implantação do Sistema de Intercâmbio de Informação sobre Segurança do Mercosul, de cooperação transnacional em casos como pedidos de prisão e apuração de crimes.

Laertes Torrens, que primeiro idealizou a criação do Tribunal e presidiu o grupo de trabalho, lembra que "o Mercosul já possui uma Corte de Justiça para julgar conflitos de ordem comercial e falta um tribunal para crimes", explica. Lembra também que o Brasil está sem representante nesse momento, pois não houve ainda nomeação por parte do Congresso Nacional.

O Brasil, a Argentina, o Paraguai e o Uruguai já reconheceram a jurisdição do Tribunal Penal Internacional sobre crimes de maior gravidade e o Estatuto de Roma, concordando com extradição de cidadãos acusados ao Tribunal Penal Internacional.

O anteprojeto prevê que a nova Corte seja composta por ao menos 24 juízes com mandato de cinco anos, indicados pelos Estados Partes – oito juízes de direito, oito advogados e oito representantes do Ministério Público, todos com pelo menos dez anos de profissão, notório saber jurídico e reputação ilibada. Teriam imunidades como Diplomatas.

Os Estados-partes arcariam com os custos de instalação da corte, até que o Fundo de Convergência Estrutural do Mercosul assumisse o encargo. Após criado o Tribunal Penal do Mercosul, teríamos a elaboração das normas penais, processuais penais e de execução penal do Mercosul, com a cooperação dos Estados Parte.

Assinada pelo presidente da Ordem em São Paulo, Luiz Flávio Borges D’Urso, a proposta foi elaborada pelo grupo de trabalho composto pelos advogados Laertes de Macedo Torrens (presidente), Roberto Delmanto Júnior (vice-presidente), Flavio Markman (secretário), Florisbela Maria Guimarães Nogueira Meyknecht, Guiomar de Freitas, Ricardo Alves de Lima, dentre outros.

9 de mar. de 2012

CEPAL e Unasul firmam acordo com ênfase em infraestrutura da América Latina e Caribe

CEPAL e Unasul firmam acordo com ênfase em infraestrutura da América Latina e Caribe

A Secretária Executiva da Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL), Alicia Bárcena, firmou na última quarta-feira (07/03) em Quito (Equador) um acordo de cooperação com a União de Nações Sul-Americanas (Unasul). Com a medida, ambas instituições se comprometem com um plano de ação conjunto para o biênio 2012-2013, centrado nas áreas de sociedade da informação, social, energia, infraestrutura, recursos naturais, economia e finanças, integração e cooperação regional.

“Nossa intenção como CEPAL é oferecer aos países membros da Unasul informação útil para enfrentar os desafios de desenhar políticas públicas, de aprofundar o diálogo e a cooperação para a transição no sentido de um desenvolvimento mais igualitário, solidário e inclusivo”, afirmou Bárcena durante a cerimônia do convênio.

No evento, Bárcena e a Secretária-Geral da Unasul, Maria Emma Mejía, apresentaram um documento conjunto intitulado Infraestrutura para a Integração Regional, que faz um diagnóstico do bloco e apresenta diretrizes para a formulação de políticas públicas neste campo. De acordo com a publicação, a América do Sul está atrasada no desenvolvimento de sua infraestrutura – com uma lacuna de 74,5 bilhões de dólares (3,4% do PIB regional) – o que limita seu potencial de crescimento para o longo prazo e oportunidades para a redução da pobreza.

8 de mar. de 2012

Representação Brasileira no Parlasul aprova Política de Biocombustíveis

Representação Brasileira aprova Política de Biocombustíveis

A Representação Brasileira no Parlamento do MERCOSUL (Parlasul) aprova o parecer favorável ao projeto que estabelece as regras para a Política Nacional de Biocombustíveis. Durante reunião realizada nesta quinta-feira (1º), também ficou decidido convidar para audiência pública os Ministros Antônio Patriota e Fernando Pimentel para debater sobre as relações comerciais com a Argentina e a situação dos “brasiguaios”.

Em reunião presidida pelo senador Roberto Requião, os membros da Representação Brasileira no Parlasul aprovaram o parecer favorável ao projeto de lei que regulamenta a Política Nacional para os Biocombustíveis, PLS 219/10, relatado pelo deputado Roberto Freire.

O projeto define que a alíquota do IPI sobre automóveis poderá ser estabelecida pelo governo segundo os critérios de cilindrada do motor, uso de tecnologia que permita biocombustíveis, consumo de combustível, emissão de gases poluentes e capacidade de carga.

A apreciação da matéria pela Representação Brasileira aconteceu porque a proposta faz referência à Nomenclatura Comum do Mercosul, - ao estabelecer os tipos de veículos cujo Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) será definido pelo projeto.

Em trâmite no Senado, a proposta que regulamenta a política nacional de biocombustíveis segue para análise das Comissões de Agricultura e Reforma Agrária (CRA), Assusntos Econômicos (CAE) e Constituição e Justiça (CCJ). A matéria foi apresentada pela Comissão de Serviços de Infraestrutura (CI) do Senado.

Os parlamentares da representação também aprovaram os requerimentos: o primeiro, de autoria do presidente Requião, determina a participação da Representação Brasileira no III Congresso de Cultura e Educação para a Integração da América Latina (CEPIAL), que será sediado em Curitiba; o segundo, de autoria do deputado Marçal Filho, propõe a participação da Representação Brasileira em evento promovido pela Universidade Federal Grande Dourados (Dourados-MS) e intitulado “Modelo de Simulação do Parlasul”.Ambos acontecerão durante o mês de julho.

Audiência Pública com Ministros Patriota e Pimentel

Os Ministros das Relações Exteriores, Antônio Patriota, e do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, serão convidados para uma audiência pública que deve tratar das relações comerciais com a Argentina e a situação dos produtores rurais brasileiros radicados no Paraguai – os brasiguaios. A decisão foi tomada pelos parlamentares membros da Representação Brasileira no Parlasul durante a reunião desta quinta-feira (1º).

O deputado Renato Molling teve aprovado requerimento que solicita a realização de audiência para tratar das "restrições impostas pela Argentina à entrada de produtos brasileiros naquele país”.

Na véspera, quarta-feira (29), dez representantes dos brasiguaios estiveram reunidos no senado Federal. Entre as informações relatadas aos senadores, os brasiguaios declaram sofrer intimidações, pressão psicológica e agressões físicas, além de ficarem impedidos de plantar.

Nos próximos dias a secretaria da Representação Brasileira deve divulgar a data e local para a realização da audiência pública com os Ministros.


Fonte: “Representação Brasileira no Parlamento do MERCOSUL”

28 de fev. de 2012

III Seminário Latino-Americano de Direitos Humanos

III Seminário Latino-Americano de Direitos Humanos

REALIZAÇÃO: Consórcio Latino-Americano de Pós-Graduação em Direitos Humanos e Faculdade de Direito da Universidade de Brasília
LOCAL: Campus Universitário Darcy Ribeiro – Universidade de Brasília – Distrito Federal – Brasil
DATA: 28, 29, 30 e 31 de março de 2012

GRUPOS DE TRABALHO:
1. Proteção interna e internacional dos Direitos Humanos
2. Direitos Econômicos, Sociais e Culturais
3. Filosofia e Direitos Humanos
4. Gênero e Direitos Humanos
5. Diversidade étnica e Direitos Humanos

ENVIO E APRESENTAÇÃO DE TRABALHOS E OFICINAS:
Data limite para envio de resumos e propostas de oficina: 05 de março de 2012.
Data limite para envio de Declaração de Aceite de resumos e oficinas: 11 de março de 2012.
Data limite para envio do trabalho completo: 30 de abril de 2012.

PARA MAIORES INFORMAÇÕES:
Convocatória e programação em anexo
Para acessar o site do evento: www.fd.unb.br
Correio eletrônico: seminarioladh@gmail.com

Secretaria de Pós-Graduação da Faculdade de Direito da Universidade de Brasília: Tel.: (+5561)-3107-0727; 3107-0713; 8123-9368 (Vogmar)

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Comissão organizadora
III Seminario Latino-Americano de Direitos Humanos
Brasilia, 28-30 de março de 2012
http://www.fd.unb.br
seminarioladh@gmail.com

II Congreso Latinoamericano de Antropología - Antropologías en Movimiento

II Congreso Latinoamericano de Antropología - Antropologías en Movimiento

Ideas desde un sur contemporáneo

La Asociación Latinoamericana de Antropología (ALA) y el Colegio de Antropólogos de Chile invitan al Tercer Congreso Latinoamericano de Antropología “Antropologías en Movimiento: Ideas desde un sur contemporáneo”, a realizarse en Chile en las ciudades de Santiago (Congreso Central) y Temuco (reuniones post - congreso) del 5 al 9 de noviembre de 2012. El congreso es organizado por la Universidad de Chile, Universidad Católica de Temuco, Universidad Academia de Humanismo Cristiano, Universidad Arcis, Universidad Alberto Hurtado y Universidad Austral de Chile.

Esta tercera versión del Congreso busca abordar de forma amplia el movimiento, noción que invita a dialogar acerca del quehacer antropológico en América Latina y el mundo, analizando sus trayectorias pasadas, presentes y futuras. El concepto de movimiento hace referencia a diversos campos de estudio. El desplazamiento de personas, las transformaciones sociales y culturales, así como la emergencia de identidades que constituyen temáticas antropológicas importantes planteando entre otros el problema del dinamismo y la interacción.

Mediante esta circular se invita, en primer lugar, a la presentación de simposios. El plazo de entrega es hasta el 10 de marzo de 2012. Cada propuesta debe presentar un título, un objetivo general, cinco palabras claves, un resumen de 300 palabras y un resumen del currículo de quienes proponen el simposio. Cada propuesta debe contar con una cantidad preliminar de cinco expositores. Cada expositor debe tener el grado mínimo de licenciado o equivalente, debe presentar un título de su ponencia y un resumen de 300 palabras. El número máximo de ponencias por simposio es limitado y será comunicado en una próxima circular. Las propuestas serán evaluadas por el Comité Académico del congreso, que tiene el derecho de aceptar, pedir modificaciones o rechazar los simposios en base a su calidad y relevancia.

Para comunicarse con el Comité Ejecutivo del Congreso se puede escribir a congresoala2012@gmail.com también se puede visitar su página en Facebook o su página principal en www.facso.uchile.cl/antropologia/ala2012 Para seguir las noticias del congreso, visite su cuenta de twitter @CongresoALA2012

Les saluda cordialmente,
Comité Ejecutivo

Estructura del Congreso

El Presidente del tercer congreso es el Prof. Luis Campos, actual presidente del Colegio de Antropólogos.

El Comité Académico está compuesto por los profesores Mauricio Uribe (Universidad de Chile); Juan Carlos Skewes (Universidad Alberto Hurtado); Álvaro Bello (Universidad Católica de Temuco); Roberto Morales (Universidad Austral); Rodrigo Ruiz (Universidad Arcis) y Viviana Manríquez (Universidad Academia de Humanismo Cristiano)

La Comisión Ejecutiva la conforman los académicos: Francisco Osorio (Universidad de Chile), Secretario Ejecutivo; Fernando Maureira (Universidad Austral); Walter Imilan (Universidad Alberto Hurtado); Rosamel Millaman (Universidad Católica de Temuco); Paulina Faba (Universidad Arcis); Claudio Espinoza (Universidad Academia de Humanismo Cristiano); Alejandra Cornejo (Colegio de Antropólogos de Chile); Osvaldo Torres (Universidad de Chile); Dimas Santibáñez (Universidad de Chile); Jorge Razeto (Universidad de Chile) y María Elena Acuña (Universidad de Chile)

16 de fev. de 2012

Câmara aprova Fundo de Agricultura Familiar do Mercosul

15/02/2012 15:13

Câmara aprova Fundo de Agricultura Familiar do Mercosul

Colaboradores: Informações divulgadas pela Agência Câmara, com adaptações.
Reprodução autorizada desde que mencionada a "Representação Brasileira no Parlamento do MERCOSUL".

A Câmara aprovou nesta quarta-feira, 15, o projeto de decreto legislativo que regulamenta o Fundo de Agricultura Familiar do Mercosul (FAF Mercosul).

O PDC 2841/10 aprovado ratifica o acordo internacional que regulamenta o Fundo de Agricultura Familiar do Mercosul (FAF Mercosul). O fundo foi criado em 2008 para financiar programas e projetos de estímulo a pequenos agricultores nos países membros. O projeto será enviado para apreciação do Senado Federal.

A Representação Brasileira no Parlamento do MERCOSUL (Parlasul) apreciou a matéria em agosto de 2010. A regulamentação do fundo agrícola foi encaminhada ao Congresso por meio da Mensagem 111/10 . O texto estabelece que os projetos a serem financiados serão decididos pelo Grupo Mercado Comum (GMC), composto por representantes dos ministérios de Relações Exteriores e Fazenda e dos Bancos Centrais dos quatro países integrantes do Mercosul (Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai).

De acordo com o regulamento, as propostas de financiamento serão apresentadas por meio da Reunião Especializada sobre Agricultura Familiar do Mercosul (Reaf), constituída por seções nacionais compostas por instituições governamentais de desenvolvimento rural e associações de produtores familiares.


Contribuição anual

O regulamento estabelece que os países integrantes do Mercosul deverão contribuir anualmente com 360 mil dólares ao fundo. Esse valor será pago de duas formas: uma contribuição fixa de 15 mil dólares de cada país membro e uma proporcional de acordo com a condição econômica de cada país. O Brasil pagará 70% dos 300 mil dólares restantes; a Argentina, 27%; o Uruguai, 2%; e o Paraguai, 1%.

10 de fev. de 2012

Edital para vaga de professor substituto

Prezados Senhores e Senhoras,

Solicitamos ampla divulgação do Edital 025/2012 que oferece uma vaga de professor substituto com Doutorado para o Centro de Pesquisa e Pós-Graduação sobre as Américas – CEPPAC. As inscrições serão de 13/02/2012 a 02/03/2012 na Secretaria do CEPPAC. A remuneração é de R$ 4300,00. Segue link:

Atenciosamente,
Secretaria do CEPPAC

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Centro de Pesquisa e Pós-Graduação sobre as Américas (CEPPAC/UnB)
Campus Universitário Darcy Ribeiro, Brasilia-DF/Brasil
(55) (61) 3107-6021 3107-6022 3107-5803
http://www.ceppac.unb.br

7 de fev. de 2012

Mujica pretende que Brasil asuma liderazgo en disputa comercial con Argentina

Mujica pretende que Brasil asuma liderazgo en disputa comercial con Argentina
Gabinete reafirmó estrategia negociadora pero buscará otros mercados; Astori reiteró crítica


El presidente José Mujica aspira a que Brasil asuma una posición de liderazgo regional con el objetivo de que las medidas proteccionistas que adoptó el gobierno de Cristina Fernández afecten lo menos posible al Mercosur.

Así lo transmitió ayer durante el Consejo de Ministros, según informaron a El Observador participantes del encuentro. Varios de ellos coincidieron con el mandatario que es necesario que el gigante norteño juegue un rol firme en ese sentido, y ayer esperaban con mucha expectativa el resultado de la reunión entre autoridades brasileñas y argentinas en busca de soluciones.

Ante las dificultades y la incertidumbre que generaron las medidas del país vecino, el encuentro del gabinete estuvo centrado en discutir “a fondo” la actualidad del Mercosur y hubo versiones encontradas.

La posición más crítica fue la del vicepresidente Danilo Astori. Dijo que con el control a las importaciones que impulsó el kirchnerismo, el bloque comercial deja de cumplir su objetivo, dado que se retorna a un panorama equiparable a cuando el Mercosur no existía. A su juicio, se rompe la institucionalidad, según dijeron las fuentes.

Una posición similar tuvo el ministro de Economía y Finanzas, Fernando Lorenzo, afín políticamente al vicepresidente. El jerarca destacó las notorias diferencias que hay entre el modelo económico que lleva adelante Uruguay y el que aplica Argentina, tendiente a desincentivar las importaciones y apostar a producir todo dentro de fronteras. Otros jerarcas del Poder Ejecutivo tuvieron una visión menos alarmista respecto a la relación con Argentina.

El canciller Luis Almagro y el titular de Industria, Roberto Kreimerman, aportaron datos y dijeron que los principales rubros de la producción local no se encuentran afectados por las decisiones del gobierno de Fernández en términos generales.

Incluso recordaron que hasta ahora hubo un crecimiento sustancial en las exportaciones, más que nada de aquellas de valor agregado. El ministro Kreimerman opinó que Uruguay debería continuar con su política de crear cadenas de valor para vender a Argentina. Aunque reconoció que hoy puede haber dificultades, sostuvo que es una estrategia a seguir. Enfatizó que las medidas no son contra Uruguay sino para protegerse de todo el mundo.

La máxima preocupación del gobierno está en hacer pesar los intereses de los sectores afectados pero de una manera muy hábil, para evitar que por asuntos puntuales se ponga en riesgo una relación comercial creciente.

La visión de Mujica
“Hay que hablar con Brasil”, sostuvo el presidente. Dijo ser consciente que habrá dificultades por las medidas proteccionistas adoptadas por Argentina para realizar un firme control a las importaciones, pero reafirmó que el camino a seguir es “negociar y negociar”. “Esto es tejer y destejer”, dijo Mujica. Luego de esa intervención quedó claro que el país mantendrá la misma línea de negociación.

Mujica hizo énfasis en recordar que los aspectos básicos del vínculo comercial con Argentina son los servicios (más que nada el turismo), la logística y la inversión inmobiliaria. A su juicio, eso hay que cuidarlo. El presidente fue claro: ante cada dificultad habrá que apostar fuerte al diálogo, pero al mismo tiempo abrir mercados por fuera del “barrio”. “Podríamos ir a Siria”, dijo entre risas pero luego habló de no pensar siempre en los mismos destinos y buscar oportunidades donde las haya. Más allá de las diferencias a la hora de diagnosticar la gravedad del problema, quedó una definición clara: Uruguay seguirá apostando fuerte al Mercosur.

http://www.elobservador.com.uy/noticia/218287/mujica-pretende-que-brasil-asuma-liderazgo-en-disputa-comercial-con-argentina/

Guerra comercial: Delegación paraguaya se pronuncia ante el Parlamento del Mercosur

Guerra comercial: Delegación paraguaya se pronuncia ante el Parlamento del Mercosur

"En veloz réplica a la disposición del gobierno argentino de exigir declaraciones anticipadas de importación en su territorio, impuesta a partir del pasado miércoles 1 de los corrientes a espaldas de sus pares del MERCOSUR, su homólogo brasileño adopta idéntica resolución, instalando una oficina de fiscalización de las importaciones. Golpe por golpe, la estrategia de los trogloditas, que desconocen las bondades del diálogo civilizado y constructivo, más todavía entre países integrados e insertos en la modernidad globalizada". Así inicia el pronunciamiento que reproducimos a continuación

La Presidencia de la Delegación de Paraguay en el Parlamento del MERCOSUR alerta que el proteccionismo en su máxima y dañina expresión se adueña del MERCOSUR, hallándose a milímetros de desencadenar una sanguinaria guerra comercial entre los mayores miembros de una alianza regional cuyos componentes menores son simples convidados de piedra, meros e inermes espectadores que desde las plateas contemplan los aprestos de batalla entre forzudos pero irreflexivos contendientes.

En este calamitoso episodio, Argentina estelariza el rol del sagaz ofensor, mientras que Brasil protagoniza el papel del casto ofendido, aunque con esta caústica frase no pretendemos de modo alguno exculparlo, dado que el requerimiento del momento apremia consensuar medidas que beneficien al conjunto y a las partes por igual, y no erradas y suicidas providencias de contraataque que avivarán las divergencias antes que sofocarlas.

Los titanes de nuestro bloque regional mantienen intensas, fructíferas y archimillonarias relaciones de intercambio en una enormidad de rubros desde tiempos inmemoriales, por lo que deviene incomprensible el beligerante talante argentino que si bien apunta a la egocentrista maquinación de proteger su industria nacional y sus puestos de trabajo, en los hechos el balance final les exhibirá una áspera y deficitaria realidad financiera muy opuesta a los que sus talentos económicos se proponen.

De no suavizarse o revocarse esta espeluznante creatividad del gobierno de Buenos Aires, como es natural vaticinar el próximo desastre argentino arrastrará consigo a todo el MERCOSUR, siendo Paraguay, ¡cuándo no! , el más apaleado por los ingentes quebrantos en metálico para el empresariado, el Estado, los obreros, y la sociedad local en general.

Brasil, en vez de responder con feroces gruñidos a la provocación de su vecino, echando mano a la monstruosa Ley del Talión del ojo por ojo, diente por diente tendrá que interponer inicialmente expedientes de amistosa persuasión para desalentar los despropósitos argentinos. Cuenta con poder suficiente para ello.

En consecuencia, la Delegación de Paraguay en el Parlamento del Mercosur insta a las Presidentas Cristina de Kirchner y Dilma Rousseff a abordar el enojoso asunto en el ámbito del MERCOSUR, seno idóneo y legítimo para debatir y enmendar desaciertos onerosos que sin discriminaciones lesionan severamente a emisores y receptores.
Asimismo, exhorta al Ejecutivo argentino excluir inmediatamente a sus consocios del MERCOSUR del montón de prevenciones proteccionistas que como la actual agrede los intereses de los exportadores del Mercosur y a su propio negocio de importación.

Febrero de 2012
Parlamentario ALFONSO GONZALEZ NUÑEZ
Presidente
Delegación de Paraguay
Parlamento del MERCOSUR


http://www.lanacion.com.py/articulo/57719-guerra-comercial-delegacion-paraguaya-se-pronuncia-ante-el-parlamento-del-mercosur.html

Perú suscribe Ushuaia II y no hay interés en remitirlo al Congreso


Perú suscribe Ushuaia II y no hay interés en remitirlo al Congreso
ES EL OCTAVO PAÍS QUE FIRMA EL CUESTIONADO PROTOCOLO

El gobierno del Perú, cuyo presidente es Ollanta Humala, suscribió ayer en la Cancillería Nacional el cuestionado Protocolo de Ushuaia II, mediante su embajador Jorge Lázaro. Este se negó a opinar si el protocolo avasalla nuestra soberanía, y el Canciller Jorge Lara Castro dijo desconocer cuándo remitirán el documento al Congreso.
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Ayer, en la Cancillería Nacional, el ministro de Relaciones Exteriores, Jorge Lara Castro (izq.), y el embajador de Perú, Jorge Lázaro Geldres, suscribieron el protocolo de Ushuaia II.
La República del Perú pasa a ser desde ayer el 8° país en firmar el Protocolo de Montevideo sobre Compromiso con la Democracia, conocido como Ushuaia II. La ceremonia fue llevada a cabo en horas de la mañana entre el titular de Relaciones Exteriores y el citado plenipotenciario.

El evento duró menos de tres minutos, sin que los diplomáticos hicieran uso de la palabra. Lázaro Geldres, al ser abordado por periodistas, valoró el contenido del documento al que calificó de “un paso más en la protección de la democracia”.

No obstante, dijo carecer de potestad para profundizar el tema al ser cuestionado por las denuncias de que el mismo atenta contra la soberanía nacional en lugar de protegerla contra Golpes de Estado.

Ushuaia II, en su artículo N° 6, establece que en “caso de ruptura o amenaza de ruptura del orden democrático” en un país, los demás miembros del Mercosur podrán cerrar las fronteras terrestres, suspender el comercio, el tráfico marítimo y aéreo, las comunicaciones y la provisión de energía (Ver infografía).

El diplomático extranjero se limitó a señalar que acudió enviado por su Gobierno y que el mismo sería analizado en su país en el marco de los artículos 56 y 57 de la Constitución Peruana.

Explicó que el primer artículo establece que el Congreso deberá ratificar todos los tratados sobre DD.HH., soberanía, impuestos y Defensa. El segundo, sobre tratados ordinarios que no tocan dichos temas y pueden ser ratificados solo por el Ejecutivo.

Lugo dirá la fecha

Lara Castro, en escuetas declaraciones antes de retirarse, manifestó que no se tiene fecha prevista para remitir el polémico documento al Poder Legislativo y que ello dependerá del presidente Fernando Lugo.

Ushuaia II fue suscrito sigilosamente el 20 de diciembre por los cancilleres de países del Mercosur Brasil, Argentina, Paraguay y Uruguay. Hicieron lo mismo Bolivia, Ecuador y Venezuela. Chile y Colombia lo harían antes del 1 de marzo.

Posibles efectos del documento firmado

Con el argumento de que un juicio político contra Fernando Lugo pueda romper el orden democrático en Paraguay:

- Brasil y Argentina pueden cortar la energía eléctrica al Paraguay.

- Brasil y Argentina pueden bloquear los ríos a barcos paraguayos.

- Brasil y Argentina pueden cerrar sus fronteras.

- Brasil, Argentina y Uruguay pueden cerrar el tráfico aéreo paraguayo.

¿Qué dice el Protocolo de Montevideo?

ARTÍCULO 6: En caso de ruptura o amenaza de ruptura del orden democrático en una Parte del presente Protocolo, los presidentes de las demás partes (...) podrán:

- Cerrar de forma total o parcial las fronteras terrestres. Suspender o limitar el comercio, tráfico aéreo y marítimo, las comunicaciones y la provisión de energía, servicios y suministros.

Fuente: Protocolo de Montevideo sobre compromiso con la democracia en el Mercosur (20 de diciembre de 2011)
7 de Febrero de 2012 00:00

http://www.abc.com.py/nota/peru-suscribe-ushuaia-ii-y-no-hay-interes-en-remitirlo-al-congreso/

Chamada de artigos – Revista Carta Internacional – ABRI

Chamada de artigos – Revista Carta Internacional – ABRI

A Associação Brasileira de Relações Internacionais – ABRI informa que a Revista Carta Internacional, fundada pela Universidade de São Paulo, passa a ser a partir de 2012 uma publicação da associação, A Revista é semestral e aceita contribuições na forma de artigos científicos sobre temas da agenda internacional contemporânea. As normas de colaboração são as seguintes:

DIRETRIZES PARA AUTORES

1. Os artigos devem ser inéditos e podem ser escritos em português, espanhol ou inglês;

2. Os artigos devem conter em torno de 50 mil caracteres (incluindo espaços e notas de rodapé);

3. As notas de rodapé restringem-se a esclarecimentos adicionais ao texto;

4. Observar o sistema Chicago (autor, data);

5. Os artigos devem vir acompanhados de: título em português e inglês / resumo e abstract / palavras-chave e key words. No caso de artigo em língua estrangeira, na língua original e em português.

6. As submissões devem ser feitas pelo e-mail carta.abri@gmail.com, em editor de textos de uso universal.

7. A publicação de qualquer contribuição está condicionada a parecer positivo de pareceristas externos e do Conselho Editorial e Consultivo da Carta Internacional.

La Union Europea y el MERCOSUR confían en avanzar hacia un acuerdo comercial en 2012

La Union Europea y el MERCOSUR confían en avanzar hacia un acuerdo comercial en 2012

Publicado por MisFinanzasenLinea.com, Costa Rica


Brasilia, 7 de febrero (EFE).- La responsable de Política Exterior y Defensa de la Unión Europea, Catherine Ashton, y el canciller de Brasil, Antonio Patriota, afirmaron que aún confían en alcanzar un acuerdo comercial entre el bloque comunitario y el MERCOSUR, y expresaron su deseo de que se concrete este mismo año.
"Deberá haber progresos en los próximos meses", dijo sobre esa posibilidad la representante de la UE en una rueda de prensa junto a Patriota, con quien se reunió este lunes en el marco de una gira que además incluye una posterior visita a México.
Ashton valoró el "potencial" de negocios que existe entre la UE y el bloque que integran Argentina, Brasil, Uruguay y Paraguay, que a su juicio debe ser aprovechado en "beneficio mutuo".
Por su parte, Patriota recordó que Brasil asumirá en el segundo semestre de este año la presidencia rotativa del MERCOSUR, que está ahora en manos de Argentina, y dijo que los países de este bloque "creen en las ventajas" que entrañaría un acuerdo con la UE.
Las discusiones están virtualmente estancadas desde hace casi una década, sobre todo por diferencias en los sectores de agricultura y servicios, que hasta ahora han resultado insalvables para los negociadores.
Sin embargo, Patriota manifestó que la expectativa es que 2012 les "permitirá avanzar e, idealmente, poder concluir ese acuerdo este mismo año".
El ministro también apuntó que la UE es uno de los principales socios comerciales de Brasil en el mundo, lo cual apoyó en el fuerte intercambio registrado el año pasado, que llegó a la cifra de 99.300 millones de dólares.
http://www.sela.org/view/index.asp?ms=258&pageMs=26402&item_id=98950

La Union Europea y el MERCOSUR confían en avanzar hacia un acuerdo comercial en 2012

La Union Europea y el MERCOSUR confían en avanzar hacia un acuerdo comercial en 2012

Publicado por MisFinanzasenLinea.com, Costa Rica


Brasilia, 7 de febrero (EFE).- La responsable de Política Exterior y Defensa de la Unión Europea, Catherine Ashton, y el canciller de Brasil, Antonio Patriota, afirmaron que aún confían en alcanzar un acuerdo comercial entre el bloque comunitario y el MERCOSUR, y expresaron su deseo de que se concrete este mismo año.
"Deberá haber progresos en los próximos meses", dijo sobre esa posibilidad la representante de la UE en una rueda de prensa junto a Patriota, con quien se reunió este lunes en el marco de una gira que además incluye una posterior visita a México.
Ashton valoró el "potencial" de negocios que existe entre la UE y el bloque que integran Argentina, Brasil, Uruguay y Paraguay, que a su juicio debe ser aprovechado en "beneficio mutuo".
Por su parte, Patriota recordó que Brasil asumirá en el segundo semestre de este año la presidencia rotativa del MERCOSUR, que está ahora en manos de Argentina, y dijo que los países de este bloque "creen en las ventajas" que entrañaría un acuerdo con la UE.
Las discusiones están virtualmente estancadas desde hace casi una década, sobre todo por diferencias en los sectores de agricultura y servicios, que hasta ahora han resultado insalvables para los negociadores.
Sin embargo, Patriota manifestó que la expectativa es que 2012 les "permitirá avanzar e, idealmente, poder concluir ese acuerdo este mismo año".
El ministro también apuntó que la UE es uno de los principales socios comerciales de Brasil en el mundo, lo cual apoyó en el fuerte intercambio registrado el año pasado, que llegó a la cifra de 99.300 millones de dólares.
http://www.sela.org/view/index.asp?ms=258&pageMs=26402&item_id=98950

Brasil deve aproveitar presidência do MERCOSUL para avançar com acordo com UE - governo

Brasil deve aproveitar presidência do MERCOSUL para avançar com acordo com UE - governo

Publicado por PortalAngop.co.ao, Angola


Rio de Janeiro, 7 de fevereiro- O ministro das Relações Exteriores do Brasil, António Patriota, indicou segunda-feira que as negociações para um acordo entre o MERCOSUL e a União Europeia poderão avançar no próximo semestre, quando o Brasil ocupar a presidência rotativa do bloco.
"Temos a expectativa, dos dois lados do Atlântico, que 2012 possa ser um ano que realmente nos permita avançar e, idealmente, concluir a negociação desse acordo", afirmou o chefe da diplomacia brasileira.
Patriota reforçou que no segundo semestre "o Brasil terá diante de si uma grande oportunidade", em referência à chegada do país à presidência do MERCOSUL.
As declarações do ministro brasileiro foram feitas após um encontro com a Alta Representante da União Europeia, Catherine Ashton, com quem iniciou conversações sobre os preparativos da próxima Cimeira Brasil-União Europeia.
O ministro brasileiro destacou a parceria estratégica existente entre o Brasil e o bloco europeu, citando o fluxo de quase 100 mil milhões de dólares que o comércio bilateral atingiu no ano passado.
"Acreditamos que a União Europeia retomará o caminho da estabilidade e do progresso mesmo tendo de enfrentar circunstâncias difíceis como neste momento", disse.
Catherine Ashton realiza a sua primeira visita oficial ao Brasil, de onde seguirá para o México em viagem oficial.
http://www.sela.org/view/index.asp?ms=258&pageMs=26402&item_id=98949

Uruguay reafirma interés por integración energética con Brasil

Uruguay reafirma interés por integración energética con Brasil
Publicado por la Agencia Prensa Latina, vía Google Noticias


Montevideo, 7 de febrero (PL).- Uruguay reiteró ante la Comisión Energética Regional (CIER) su voluntad de lograr una interconexión con Brasil, según un comunicado divulgado por el Ministerio de Industria, Energía y Minería (MIEM).
Ese intercambio en tal vital sector, apoyado por los presidentes de ambos países, José Mujica y Dilma Rousseff, y proyectado hacia el 2013, la CIER aspira a que se convierta en un ejemplo para toda la región, destacó el texto. A tal efecto una comisión de la entidad, encabezada por su presidente, Hermes Chipp, sostuvo un encuentro en esta capital con Roberto Kreimerman, titular del MIEM, y con Ramón Méndez, director nacional de Energía, según la fuente.
Méndez explicó que el proceso de integración de los mercados eléctricos de Uruguay y Brasil surge de un acuerdo por una inversión total de 300 millones de dólares.
Las obras incluirán la construcción de una línea eléctrica y de una convertidora, esta última unidad imprescindible, ya que las dos naciones trabajan con frecuencias diferentes, indicó el comunicado.
En el segundo semestre de este año los respectivos Parlamentos trabajarán en las bases de este convenio, tanto en sus aspectos económicos como regulatorios.
Especialistas del MIEM indicaron que el futuro sistema permitirá mejorar la eficiencia en el abasto y consumo de electricidad, al intercambiar los excedentes que se produzcan en cada región.
Para consolidar la labor conjunta uruguayo-brasileña se conformarán cinco grupos de trabajo que involucrarán, por etapas, a todos los organismos vinculados a la rana en este país, apuntó la cartera.
La CIER es una organización no gubernamental integrada por 10 comités nacionales suramericanos y uno zonal compuesto por El Salvador, Costa Rica, Panamá, Guatemala y República Dominicana, con la empresa española Unesa como miembro asociado.
El cometido del ente es promover y alentar la integración de los sectores eléctricos además de colaborar con las empresas de la rama por intermedio de la cooperación técnica y el desarrollo de proyectos territoriales, entre otros.

http://www.sela.org/view/index.asp?ms=258&pageMs=26402&item_id=98956

27 de jan. de 2012

Diretor da OMC adverte sobre risco de acordos comerciais bilaterais


Diretor da OMC adverte sobre risco de acordos comerciais bilaterais
Publicado por la Agencia AFP, vía Google Brasil


Davos, 27 de janeiro (AFP)- O diretor-geral da Organização Mundial de Comércio (OMC), Pascal Lamy, advertiu nesta sexta-feira sobre os riscos de firmar acordos comerciais bilaterais, em detrimento dos multilaterais, uma vez que eles deixam em "desvantagem" os países ou regiões mais debilitadas.
"Os países pequenos estão em desvantagem nas negociações bilaterais", disse Lamy a jornalistas durante o Fórum Econômico Mundial (WEF) de Davos (Suíça).
O primeiro-ministro britânico, David Cameron, propôs na quinta-feira a empresários e dirigentes políticos que a Europa desse preferência à busca de acordos bilaterais, ante o fracasso das negociações da Rodada Doha de liberalização do comércio mundial.
"Antes de tentar incluir a todos ao mesmo tempo, fechemos acordos bilaterais", disse Cameron.
Contudo, segundo Lamy, os ganhos gerados pelos acordos bilaterais são marginais e sua negociação é árdua.
A União Europeia (UE) negocia há anos e sem maiores resultados um Tratado de Livre Comércio (TLC) com o Mercosul (Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai), tanto que os Estados Unidos tiveram que abandonar seu projeto da Área de Livre Comércio das Américas (ALCA), afirmou.
Ao mesmo tempo, Lamy admitiu a crescente pressão de tendências protecionistas no mundo, mas afirmou que os temores com relação a eles não chegaram a se materializar até o momento.
Segundo Lamy, o protecionismo afeta cerca de 1% do comércio mundial.

http://216.122.62.22/view/index.asp?ms=258&pageMs=26402&item_id=98622

América Latina y Rusia tras la unión de sus mercados

América Latina y Rusia tras la unión de sus mercados
Publicado por la Agencia Ria Novosti, Rusia
Por Vicky Peláez


Moscú, 27 de enero (RiaNovosti).- Al parecer eso de que “América Latina es el patio trasero de los Estados Unidos” o aquello de que “cuando a los Estados Unidos le da gripe, a Latinoamérica le da neumonía”, ya es cuento viejo que quedó atrás. Estos países están logrando por el momento escapar de la severa crisis financiera, que azota a Norteamérica y en especial a la Unión Europea. Esto debido a la aplicación de diferentes modelos económicos, de acuerdo a sus realidades nacionales y evitando las siempre rígidas y verticales recetas económicas del Banco Mundial (BC), del Fondo Monetario Nacional (FMI) y del Wall Street que llevaron a la quiebra al Occidente.
Inteligentemente, desde el comienzo de la crisis, la mayoría de los líderes latinoamericanos han tratado de diversificar sus mercados en previsión de la caída de la demanda para sus exportaciones y ahora su acercamiento a Rusia se hace más concreto.
Primero, intensificaron el intercambio comercial con China y con los países de la Cooperación Económica Asia – Pacífico (APEC), después, reforzaron sus enlaces en el mercado interno latinoamericano y finalmente, empezaron a buscar la posibilidad en Rusia, cuyo modelo económico logró prevenir las consecuencias de la debacle financiera occidental.
La reciente entrada de Rusia en la Organización Mundial del Comercio (OMC) despertó una inmediata competencia entre Colombia, Chile y el Perú para firmar el Tratado de Libre Comercio con este país. En las actuales condiciones de la crisis, Rusia es considerada un país con muchísimo potencial para las exportaciones latinoamericanas debido al alto poder adquisitivo de su población que suma unos 142 millones de habitantes.
Rusia también ha percibido la importancia de las relaciones comerciales con América Latina y ya ha abolido el visado con Argentina, Chile, Colombia, Brasil, Venezuela y el Perú. Los recursos naturales de estos países, la variedad de los productos exóticos agrícolas, la existencia de un mercado potencial para la tecnología rusa y la importancia geopolítica de esta región en el mundo lograron un papel importante en la decisión de Moscú de retornar a la América Latina después de unos 20 años de alejamiento como resultado de la desintegración de la Unión Soviética.
Los pueblos de América Latina siempre miraron a la URSS con simpatía, a diferencia de la mayoría de sus gobernantes que eran producto de la Guerra Fría promovida por los Estados Unidos. Durante la segunda Guerra Mundial, las organizaciones sindicales de América Latina, las entidades campesinas, intelectuales, muchos políticos y hombres de cultura participaron en el movimiento de apoyo bajo la consigna del escritor soviético, Konstantin Simonov: “No hay desgracia ajena”. Los obreros argentinos entregaron su jornal diario y el dinero por el trabajo extra a un fondo de ayuda a la URSS. Se formaron grupos de confección de ropa y botas para los soldados soviéticos. Similares movimientos surgieron también en Chile, México, Colombia y Uruguay. Al final de la guerra ya eran trece países latinoamericanos que tenían relaciones diplomáticas con la URSS.
Poco a poco y a pesar de la Guerra Fría empezaron a ampliarse relaciones comerciales entre América Latina y la Unión Soviética. Sin embargo, la falsa propaganda norteamericana del apoyo soviético a la subversión comunista en el continente siempre perturbaba estas relaciones. En realidad la URSS, con el propósito de no romper el supuesto “equilibrio geopolítico” con Norteamérica, llegó a frenar el movimiento revolucionario latinoamericano a través de los partidos comunistas y su consigna de la no existencia de condiciones objetivas y subjetivas para una revolución, causando gran desilusión.
Para el final de los años 1980, el intercambio comercial, con todos los altibajos de la Guerra Fría, llegó a alcanzar unos 50 mil millones de dólares. Al desintegrarse la URSS, bajó a menos de 10 mil millones de dólares. El Perú es un ejemplo, pues en 1985 el intercambio era de un mil millones de dólares mientras que en el 2000 bajó a unos 40 millones de dólares. Para el 2009 subió a 180 millones de dólares vendiendo Rusia fertilizantes y trigo, mientras que el Perú envía café, langostinos, achiote, mandarinas y orfebrería.
En el caso de firmarse este año el TLC entre estos dos países, el intercambio comercial superaría mil millones de dólares en los primeros dos años debido al interés mutuo. Perú actualmente es el cuarto país en el mundo por extracción de minerales como oro, plata, vanadio, tungsteno, cobre, su textil y vestidos son muy cotizados en el extranjero. Es uno de los primeros productores de palta en el mundo y sus granos quinua y kiwicha son de alto poder nutritivo, cotizados por la población celiaca alérgica al gluten y, están en la dieta diaria de los astronautas. Respecto a otro grano el tarwi, se sabe que el mismo Adolf Hitler tenía en sus planes construir una fábrica procesadora en el Perú, ya que el valor proteínico de este grano es superior a la soja y la carne juntas. Espárragos frescos, alcachofa, mangos, papaya, cítricos, chirimoya, granadilla, higos, café y cacao, entre muchos otros productos andinos, fácilmente conquistarán el mercado ruso.
Actualmente Rusia ya dio su autorización a 36 empresas peruanas del sector pesquero a exportar sus productos a la Federación Rusa. A la vez, Perú está interesado en la maquinaria pesada rusa y en su tecnología de extracción de minerales, petróleo y gas igual como en sus fertilizantes, trigo, en su tecnología militar que era de mucho aprecio hace dos décadas. Perú viejo cliente la industria armamentística de la URSS ya procedió a actualizar su flota de helicópteros y compró a Rusia varios aparatos M17 y recibió también seis helicópteros MI17, y dos MI35.
Rusia ya está bastante afianzada en Venezuela en la extracción de petróleo en la Faja de Orinoco y el gobierno de Hugo Chávez ha gastado cinco mil millones en armamento ruso, incluyendo cien tanques, 24 cazas de combate Sukhoi, decenas de helicópteros M17 y uno de los más avanzados sistema antimisiles en el mundo S300, igualmente instaló una fábrica de los rifles Kalashnikov AK103. Sobre estos rifles, Uruguay está comprando un cargamento. Bolivia firmó un contrato con Rusia por un importe de 150 millones de dólares para modernizar sus arsenales. Ecuador también está muy interesado en la compra de helicópteros, ya recibió un M17. Brasil adquirió 12 helicópteros MI35M.
Como se ve, las condiciones están dadas para un gran intercambio comercial. Los analistas consideran que Rusia pronto adelantará a los Estados Unidos y, sus afanes de que sea América Latina la que lo saque de la crisis es cada vez más lejana.

http://216.122.62.22/view/index.asp?ms=258&pageMs=26402&item_id=98633